- ainda tou a ler o blog.
- venero a tua paciência para leres milhares de letras pequenininhas e desinteressantes.
- não são, estou a aprender muito.
- aprender?
- sim, sobre a tua maneira de pensar e ver o mundo.
- isso é mau?
- não, mas a sério tu és estranha e sim, soa melhor na minha cabeça.
- dá-me uma razão fundamentada disso N.
- tu escreves coisas que ninguem pensa. Tiras fotos ao que ninguem repara, nunca vi ninguém reparar em tantos promenores juntos e decorar todos.
- eu nao era assim. Eu nem sei se sou assim. É o que me tem dado para fazer, agora dou por mim a decorar as cores das flores lá da entrada da escola, dou por mim a reparar em cada detalhe do rosto de uma pessoa. Para mim, começa a ser habitual ligar aos promenores, pelo menos, ultimamente tem feito.
- estás a fazer o que eu tento a anos. Estás a ficar uma natural. Amanhã explico o que isso é. Agora deixa-m acabar de ler. E vê se metes datas nos posts.
(...)
- explica-me o que é ser natural, ou então rapto-te á hora de almoço nicolau carapau!
- (...) isso e um convite?
E tu sabes que nunca fui de promenores, nunca.
2 comentários:
ao contrário de mim, que sempre fui.
yap
Enviar um comentário