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Hoje, as recordações abordam-me vindas de todos os lados, preferia ter esquecido. Faz um ano. Um ano que me tomas-te por garantida. Sim, tu. Fizeste com que o «para sempre» fizesse parte do meu dicionário, apenas ilutóriamente. Não te culpo por tudo, apenas por quase tudo. Sendo eu o monstro que tanto fazes questão de pintar, não compreendo que significado teve para ti aquilo que se passou. Nem sei para que estou a falar nisto, hoje, logo hoje.

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